domingo, 9 de junho de 2013

Bandido vira deputado em SP. É petista, claro.

No Brasil da impunidade garantida, o crime quase sempre compensa:
Ele praticou assaltos à mão armada, passou mais de um ano e meio na cadeia e acabou fugindo, antes de cumprir o total de 12 anos de prisão a que fora condenado. Na sentença judicial, foi classificado pelo juiz como "periculoso sob o aspecto social" e teve sua personalidade avaliada pelo magistrado como "mal formada e inclinada para a prática de crimes contra o patrimônio".
Passou quase uma década na condição de fugitivo, até que voltou à Justiça para dizer que as penas haviam prescrito e pedir a reabilitação criminal, alegando que praticara os crimes porque usava drogas. Em meio à reabilitação, que lhe seria concedida, tornou-se líder dos perueiros na zona leste de São Paulo e virou empresário do ramo de transportes. Em 2010, decidiu entrar na política. Elegeu-se deputado pelo PT e, hoje, exerce mandato na Assembleia.
Ele é Luiz Moura, 42 anos, casado, natural de Batalha (AL), com base eleitoral na zona leste, irmão do vereador Senival Moura (PT) e dono de um patrimônio declarado de R$ 1,1 milhão, do qual R$ 700 mil de quatro postos de gasolina de que é dono. (Continua).

7 comentários:

Maria do Espírito Santo disse...

Líder dos perueiros na zona leste de São Paulo é um dado curricular e tanto! E São Paulo é mesmo o eldorado do empreendedorismo: de camelô a Sílvio Santos, de líder dos perueiros para empresário do ramo de transporte, de líder dos metalúrgicos para presidente do Brasil. Tudo acontece como num passe de mágica... Ou seria como num passe - ou drible - de má fé?

Tudo é negociável neste país. Somos um povo flexível: tudo se resolve com uma boa conversa e uns muitos dólares na cueca. E quando isto não resolve apela-se para os tacapes, facões e outras armas de sutileza similar disponíveis na floresta mais próxima da sua casa.

Tenho um produto excelente para as Organizações Tabajara lançarem no mercado: as fraldas descartáveis com espaço destinado à transferência de dólares para o exterior. Se você não tiver um idoso para despachar para algum paraíso fiscal, as Organizações Tabajara disponibilizam velhinhos sem controle do esfíncter para o mercado também.

Luiz Roberto disse...

Como o Lula, todos dizem que são do povo consequentemente fingem que são ricos e da elite a vida toda certo? e o povo acredita...

Maria do Espírito Santo disse...

"Todos dizem que são do povo"? Todos menos os adeptos do deputado federal Justo Veríssimo que foi magistralmente representado por Chico Anísio.

E quanto a fingir que são ricos, acho meio difícil convencer alguém de que se é rico sem sê-lo (ou, pelo menos, ter sido) rico, de fato.

Amor e pobreza são duas coisas "inescondíveis". Quem já foi pobre, transpira pobreza nos pequenos detalhes das atitudes. E quem já foi rico, não tem jeito, nunca perde a majestade.

Maria do Espírito Santo disse...

Não perde a majestade mesmo:

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/filho-de-jorginho-guinle-vivi-epoca-negra-e-ninguem-me-estendeu-a-mao/n1597326947746.html

Este menino pode trabalhar em qualquer Bangu que houver, mas vai continuar com cara (e atitudes) de quem é rico: escolher livremente a vida que quer ter - seja a de play boy como o pai foi, seja a de batalhador, como ele é - sem se fixar no muro das lamentações do "paraíso perdido", como costuma acontecer com os pobres e os novos ricos.

A atitude de Gabriel Guinle é a verdadeira, limpa e cristalina atitude que só os que são ricos de berço conseguem manter: a de quem sabe faz (a própria) hora, não espera que milagres caiam do céu na horta dos próprios sonhos e desejos.

Gabriel Guinle pode ter mágoa dos amigos do pai que lhe negaram ajuda. Mas esta mágoa não o deixou paralisado. Menino brilhante, este! Torço para que conquiste tudo o que almeje.

Anônimo disse...

Por trás dos perueiros tem uma máfia,quem não pagar dízimo pra máfia não pode trabalhar...

Cfe disse...

Eu acredito na regeneração da pessoa a sério, tanto que fui contra a lei da ficha limpa por que o que interessa é o todo e não o fato isolado.

Porem nesse caso a mistura é explosiva: dá mesmo a impressão de folha corrida, de alguem que pretende ter acesso ao poder e usa o cacife que tem para poder reinar.

É só uma opinião sem fatos comprobatórios e tomara eu estar enganado.

shamijacobus disse...

QUO VADIS
Quatro postos POR 700 PAUS ?
kkkkkkkkkkkkkk

eu não guento